Companhia do Chapitô

Teatro para Infância

TEATRO PARA A INFANCIA

A Companhia do Chapitô é por excelência um espaço que convida a experimentar, inventar e criar, é nesta linha que tem desenvolvido um Teatro para a Infância, onde todos são mestres e aprendizes.

Desde 2003, tem-se vindo a constituir como um laboratório, onde se troca e partilha experiências com grupos e pessoas de diversificadas linhas criativas, abrindo as portas a novos e jovens artistas (autores, dramaturgos, actores, bailarinos, músicos, cenógrafos, figurinistas) procurando enriquecer e desenvolver uma linguagem que traduza o respeito pela sensibilidade e pela inteligência das crianças e o seu direito à cultura.

Um teatro que não se quer moralista e acriançado ou como complemento aos pais e educadores, mas sim, um teatro que integra uma série de linguagens sem desprezar a sua, que é a da magia absoluta. Um teatro que não abre mão da sua condição de arte.

O Teatro para a Infância, que a companhia procura construir, é para crianças, mas também é criança: brinca, pensa, imagina, sonha e faz sonhar.

 

2009
História de quem perde a sombra

História de quem perde a s...

Este senhor que vês aqui troca a sombra
por um porta-moedas que se o deixas virado para baixo
acordas a meio da noite afogado em moedas.
Mas ninguém quer saber do homem porque lhe falta a sombra.
Toda a gente quer deitar o homem fora, por mais moedas que tenha.
Porque uma sombra não é nada quando a temos
mas quando a não temos passa a ser uma coisa que perdemos
e nós passamos a não ser nada. A ser niguém.
Então o actual detentor da sombra propõe-lhe trocar a sombra pela alma.
O homem sem sombra recusa este negócio, perante uma plateia boquiaberta que grita, aceita,
desgraçado, aceita, que a alma é só uma palavra
E o resto, logo se verá.

A partir do texto: A Fabulosa História de Peter Schlemihl, de Aldelbertvon Chamisso
Encenação: Sofia Cabrita
Adaptação: Miguel Castro Caldas
Interpretação: Letícia Lisenfeld, Leonor Cabral, Hugo Silva
Cenografia/Figurinos/Objectos Animados: João Calixto Música:Paulo Brandão, Sílvio Rosado

 

2008
Agora eu era

agora eu era 02

Agora, eu era qualquer coisa que eu quisesse ser, e ia onde quisesse estar, e faria tudo aquilo que quero fazer.
Agora tudo é possível.
E as coisas são o que fazemos delas, e nós
somos tudo, e também podemos ser nada...

Criação Colectiva
Encenação: Rui Rebelo
Interpretação: Leonor Cabral, Gina Tocchetto, João Madeira

 

2006
A Aldeia das 4 casas

Aldeia das 4 casas

Quatro casas fazem uma aldeia. Quatro discussões fecham quatro casas. Quatro chaves desaparecem. Um miúdo sobe até à Lua, por causa de uma canção. A Lua fala, e não é pouco!
Esta é a história do Joaquim Plutão.

Baseado numa História de Inês Pupo
Encenação: Gina Tocchetto
Interpretação: Leonor Cabral, Patrícia Adão Marques, Tiago Viegas


2005
É bom boiar na banheira

É Bom boiar na Banheira

A filha cresce, o pai decresce, a mãe envelhece. Três vozes de uma partitura a chorarem de alegria ou a desfazerem-se em gargalhadas de tristeza. A mãe vai para a frente, o pai vai para trás e a filha fica no meio. É bom boiar na banheira. O pai às tantas é mais novo do que a filha, a mãe às tantas é mais velha do que a avó, e a filha às tantas já não sabe a quantas anda.

Co-produção: Companhia do Chapitô e Primeiros Sintomas
Autoria: Miguel Castro Caldas
Encenação: Bruno Bravo
Interpretação: Gina Tocchetto, Nádia Santos, Tiago Viegas
Música: Sérgio Delgado

 

2005
Na Casa da Dona Infortúnia

Na casa da Dona Infortúnia

Dona Angustia, Dona Natália e o Velho Suplício desvendam o mistério do desaparecimento de Dona Infortúnia...Cada cabeça uma sentença, cada personagem uma versão.
Uma peça com mistério, circo e aventura

Encenação: José Carlos Garcia
Interpretação: Gina Tocchetto, Nádia Santos, Tiago Viegas
Assistência de Encenação: Luís Godinho, Jorge Cruz
Cenografia: Luís do Vale, João Vieira
Figurinos: Carla Figueiredo
Banda Sonora: Rui Rebelo


2003
Histórias que me Contaste Tu

Histórias que me contaste tu

Uma história que começa pelo FIM!
Que se conta de boca fechada!
Contos e coisas que o "escaravelho" nos contou e que agora partilhamos.
Dois actores e um músico utilizam o teatro de sombras, a manipulação e personificação de objectos, o teatro físico, as técnicas de circo e muito humor para trazer luz à obra de Manuel António Pina, associando-lhe imagens que por ali, nunca tinham sido vistas.

Direcção: José Carlos Garcia
Interpretação: Beatriz Quintella, João Gonçalves, Kátia Santos


1996
O Meu Cobertor é um Tapete Voador

tapete

Uma menina chamada Oriana começa uma viagem quando o seu cobertor se transforma num tapete voador. Leva consigo as crianças do público numa aventura pelo sistema solar à procura de si mesma. Depois de encontrar na Lua, O Sol, uma Bruxa e muitas mais personagens, acaba por encontrar a sua casa. Um espectáculo que envolve o público num imaginário lúdico envolto em música e magia.
"Música Maestro que a viagem vai começar e o tapete descolar!"

Encenação: António Pires
Interpretação: Rui Rebelo, Sofia Leite, Sofia de Portugal
Música: Rui Rebelo
Figurinos e Adereços: Criação Colectiva Companhia do Chapitô
Produção: João Senna