Teatro

Populus Absconsus

1997

Populus Absconsus

 

«Luz, cor, música, movimento, teatro e circo...um espectáculo de rua, popular e divertido.»

A Capital


Sinopse

A partir de um mito do séc. XVI de Preste João das Índias foi criado um espectáculo adaptado aos dias de hoje. Pero da Covihã e Afonso de Paiva são dois jovens executivos que se movimentam no mundo da informática. A nossa viagem reporta-se portanto à busca de um mundo de sonho onde os confrontos com uma outra realidade os fazem esquecer a monotonia do quotidiano.

Partem nas suas "pick-ups", mas, ao virar uma esquina da vida, deparam-se com um povo imaginário. A situação não pacífica. Como lidar com uma realidade que nos é desconhecida embora a desejemos? Como comunicar com uma cultura estranha? Pero rejeita o desafio, Afonso absorve-o, perdendo-se no decifrar de novas linguagens.

Pero olha à sua volta. Afonso desapareceu. Entra na "Pick-up", dobra outra esquina e espera voltar à sua realidade. Que fazer para apagar esta memória? Voltará ao escritório no dia seguinte esperando que ninguém lhe pergunte nada. Afonso voltará?


Referência Histórica

Pero da Covilhã e Afonso Paiva são dois portugueses do Séc. XVI, a quem chega informação de uma carta enviada por Preste João das Índias ao Rei D. João II, informando-o da existência do seu reino próspero, pacífico e católico. D. João II confia aos nossos dois heróis a tarefa de localizar exactamente esse reino. Assim partem à aventura.

 

Ficha Técnica

Texto: Nuno Amorim

Encenação: Claude Krespin

Assistência de Encenação: Paula Sá Nogueuira

Interpretação: Amílcar Azenha, Catarina Projecta, Clara Marchana, Hugo Caroça, José Carlos Garcia, José Luís Fernandes, Marco A. Silva da Silva, Maria João Pereira, Sandra Nunes, Sérgio Gomes

Música: Rui Rebelo e Troupe Boomerang

Figurinos e Máquinas: Paulo Robalo

Direcção de Produção: Director: João Senna

Produção Executiva: Cristina Isidoro

Assistência de Produção: Paulo A. Ferreira, Pedro Martinho